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Entrevista: Leonardo Torres

em 23 de ago. de 2013
Fala galera aqui o ninja...ops :DD 
Fala galera! ^^ 
Hoje trago uma super entrevista pra ocês. Lembram que alguns dias atras eu dei a chance de vocês fazerem as perguntas para uma tal entrevista? Todos respondem: Naaaaaão!
Maoe! Tudo bem eu explico...Eu dei a oportunidade de vocês leitores do blog fazerem perguntas para o autor convidado, que no caso foi o Leonardo Torres ~~olha a fotinha abaixo~~ autor do livro Condenáveis - Uma história de Filho e Pai. Entãaao bora ao que interessa \o/


Quem é o Leonardo Torres?
Que pergunta difícil! Poderia escrever outro livro para respondê-la, mas vou tentar ser o mais sucinto possível. Eu sou um cara assumidamente ambicioso, sonhador e que luta para conseguir o que quer. Gosto de ler, de escrever, de ouvir música, de ver filmes e peças teatrais e até de estudar! Haha Sou formado em jornalismo, terminando a pós-graduação em Jornalismo Cultural e escrevo para o site POPLine. Mas é por causa do meu livro, “Condenáveis – Uma História de Filho e Pai”, que estou aqui. Acho que é um bom resumo recente :P

Quando foi que você percebeu seu dom para escrita? Renato - Realidade Caótica
Oi Renato! Não lembro quando percebi o “dom”, mas eu sempre gostei de escrever. Uma das minhas brincadeiras quando criança era criar histórias novas. Eu cortava as fotos das revistas, as colava nos meus cadernos e reescrevia entrevistas inventadas por mim para aqueles artistas. Coisas assim sempre me acompanharam. Tenho blogs desde os 10, 11 anos, e eu escrevia diariamente neles (mal, mas escrevia)! Não sei se tenho dom, mas tenho muita vontade de escrever e acho que melhorei muito justamente por causa da prática.

Sua família te apoiou quando soube que você queria ser escritor? Marina - Ler, imaginar, criar
Boa pergunta, Marina. Minha família me apoia totalmente, e minha mãe acha um máximo isso tudo. Ela me incentiva muito e até cobra por novos livros. Mas eu ainda não me considero um escritor profissional. Eu lancei um livro de maneira independente, o “Condenáveis”, e é verdade que houve algum burburinho. Mas é só um! Jornalista ainda é minha carreira principal. A literatura é algo que pretendo trilhar paralelamente, por prazer.

Existe um lado positivo e um negativo, na hora da publicação de um livro? Marla - Louca por Romances
Oi Marla. A verdade é que eu não consigo ver nada negativo na publicação de um livro. É a realização de um sonho e o resultado de muito trabalho, e só recebi boas vibrações de volta. Escrever é um prazer e publicar é o ápice disso, quando os outros leem sua história e a aprovam ou não. Ainda bem que aprovaram a minha! haha

Como você se inspira para compor os personagens? Rizia - Livroterapias
Rizia, o livro que eu publiquei é autobiográfico e fala sobre a minha relação com meu pai. Então, os “personagens” são todos reais. Mas eu já comecei a escrever uma ficção e, então, posso responder sua pergunta. Minha inspiração são as pessoas de verdade. Mesclo características de vários conhecidos em um personagem, ou o que idealizo de uma pessoa em outra. Claro, tudo também leva muito de mim, porque saiu de mim, então é uma verdadeira mistura.

O livro tem a ver com alguma parte da história de sua vida?
Sim, “Condenáveis – Uma História de Filho e Pai” é um livro autobiográfico, no qual eu remonto a trajetória do relacionamento problemático com meu pai. Tento entender onde ele errou e onde eu mesmo posso ter errado para chegarmos ao ponto em que chegamos. Hoje em dia não temos nenhum vínculo, então eu quis mergulhar nas raízes disso. Era uma questão que me perturbava mais do que eu sabia, e foi resolvida de maneira intrapessoal depois que escrevi.
Acha que apoios de blogs e parceria ajudam os escritores?
Com certeza, Tamires. A divulgação do meu livro foi toda feita na blogosfera. O assunto do livro é muito delicado e, de certa forma, evitei a grande imprensa por temer como a mídia exploraria minha história. O apoio foi 90% dos blogs, que divulgaram, resenharam, fizeram entrevistas. Só tenho a agradecer a iniciativas como essa, que ajudaram meu livro a chegar a muitas pessoas. Recentemente, disponibilizei o e-book de “Condenáveis” gratuitamente no meu site (www.falaleonardo.com/livro) e os blogs também me ajudaram muito a divulgar isso.
Acha que um autor independente hoje, vale mais a pena que procurar um editora?
Isso depende muito: do objetivo do autor, do conteúdo da obra, da verba a ser investida, do tempo disponível para trabalhar no projeto. Acho ótimo que existam ambas as maneiras de publicação – tanto a tradicional quanto a independente. Isso democratiza o mercado e só rende vantagens para os leitores.
Antes de decidir, depois de terminar e falar pronto! Agora terei que publicar! Passou em sua cabeça procurar uma editora? Todas essas 4 perguntas feitas pela Tamires - De tudo e pouco da Thá
Para “Condenáveis”, não. Desde que decidi lançá-lo, soube que seria de maneira independe. Eu tinha muita pressa para fazer a minha história conhecida e não queria fazer concessões para os editores. Quero, no entanto, que meu próximo livro saia por uma editora. Vou trabalhar nessa direção.

Você mudaria alguma coisa no seu livro? Enredo, capa ou forma de publicação? Naty - Leitora do blog
Naty, você me fez parar para pensar por alguns segundos, mas minha reposta é não. “Condenáveis” é essa história, com essa forma de publicação e essa capa. Foi dessa maneira que o livro me trouxe tanto retorno positivo. Poderia ser melhor? Claro que poderia. Sempre poderia. Mas eu gosto dele assim.

Que sensação teve quando viu o livro pronto? Cristiane - Leitora do Blog
Foi um momento de felicidade. Ele me trouxe muita felicidade, de uma maneira geral. Escrever um livro sempre foi um sonho meu, mas eu imaginava que só o realizaria quando fosse velhinho. Então pegar “Condenáveis” nas mãos, com 22 anos, foi muito “AI MEU DEUS! OLHA O QUE EU FIZ!” haha. Se me contassem um ano antes que isso ia acontecer de verdade, eu não acreditaria.

A moda agora é fazer séries de livros fantásticos, você está iniciando alguma ou não gosta do gênero? Diego - Peças de Oito
Diego, respeito muito os livros fantásticos, porque exigem muita criatividade e atenção para manter a verossimilhança dentro de um universo totalmente criado pelo autor. Mas isso não é a minha. Eu não consumo esse tipo de literatura e fazer algo assim seria contra a minha verdade, ainda mais só para seguir uma moda.

De onde surgiu a ideia para o livro? O processo de publicação foi difícil? Amanda - Primeiro Livro
Amanda, eu comecei a escrever o livro como um diário e percebi que ele estava interessante e poderia render um bom livro. Foi assim que veio a ideia. Quanto ao processo de publicação independente... deu muito trabalho. O autor independente é responsável por absolutamente tudo, então o trabalho é muito maior, mas é bom, porque aprende-se um pouco sobre todo o processo.

Seu pai chegou a ler o livro? Você ficou sabendo da reação dele? Natalia - Leitora do Blog
Natalia, essa é a pergunta que eu mais ouço. Sempre que alguém termina de ler me pergunta qual foi a reação dele. Mas minha história com meu pai terminou na última página. Não houve fatos novos. Não sei se ele leu, e não me interesso em saber também.

Qual é o processo de criação para uma história e o que é mais difícil: iniciar ou terminar um história? Marcos - Devorador de Letras
Já ouvi dizer que uma boa ideia não é responsável por um bom livro, mas não sei nem se é o primeiro passo. Acho que o livro só começa a surgir quando você esquematiza toda a história, com início, meio e fim, antes de começar a escrever. É necessário conhecer toda a trama, todos os personagens e todos os ambientes profundamente, antes de iniciar a obra. E, mesmo assim, começar é o mais fácil. Garanto. Terminar é muito mais complicado. Já comecei a escrever várias histórias que nunca terminaram...

Como todo escritor, acredito que você também tenha tido algum obstáculo a passar antes da publicação do eu livro. Qual foi o maior desafio que você teve que enfrentar até aqui?
Tratando-se de uma publicação independente, não há tantos obstáculos. A maioria dos meus desafios foi introspectiva: com relação à moral e à coragem, porque era um tema sensível, que poderia render consequências desastrosas. Há também o trabalho de revisão, diagramação, divulgação, etc, etc, etc. Mas o maior desafio foi tomar coragem para compartilhar essa história.

Vendo agora o tema do livro. Como é sua relação com seu pai? Essas duas ultimas perguntas foi feita pela Ana Lopes - Livros e Livros
Ana Lopes, eu e meu pai não temos nenhum contato, mas antes mesmo de chegarmos a esse ponto, a relação já era ruim. Sempre foi. Nós não temos muito pontos de interesse em comum e nunca conseguimos estabelecer uma conexão afetiva genuína. O livro fala basicamente sobre isso. São mais de 140 páginas para responder sua pergunta! Hahaha Se você ler (e tomara que leia!), vai entender o que estou falando.

Obrigada de coração Léo! Deixe um recadinho para os leitores do blog :)
Galera, muito obrigado pelas perguntas e pela atenção em ler minhas respostas. Foi muito divertido participar dessa coluna. Espero que tenha conseguido fazer vocês se interessarem pelo meu livro, "Condenáveis - Uma História de Filho e Pai". Quem quiser lê-lo, é só preencher um formulário gratuito no link www.falaleonardo.com/livro, que eu envio o e-book em pdf, ok?  Estou esperando o seu formulário!

E então curtiram? Tão conhecer um pouco mais dos autores né?! Logo logo vocês serão repórteres(?) de novo :)

*Vale Top Comentarista
Entrevista: Leonardo Torres
Entrevista: Leonardo Torres Fala galera aqui o ninja...ops :DD  Fala galera! ^^  Hoje trago uma super entrevista pra ocês. Lembram que alguns dias atras eu dei a cha...

Entrevista com o autor Daniel Monteiro

em 6 de ago. de 2013
Oi Oi Oi
Hoje venho com uma super entrevista com o autor Daniel Monteiro, autor do livro O Homem sem Signo, que já foi resenhado aqui no blog >resenha< Espero que gostem da entrevista



1. Conte-nos um pouco sobre você. Quem é o Daniel Monteiro?
Meu nome é Daniel Monteiro, sou natural de Ilhéus-BA, tenho 26 anos. Sou formado em Administração de empresas, trabalho no conselho que regulamenta as profissões de engenharia em Minas Gerais, e também estou concluindo o curso de graduação em Engenharia Mecânica. Meu signo é Libra (essa informação não poderia faltar, rsrs), gosto de cachorros e o segredo para criar uma amizade comigo é ser bem humorado.

2. Quando, como e porque começou a escrever livros?
Em meados de 2009, quando voltei de uma viagem que fiz ao Ceará, foi quando tomei gosto por escrever. Leitura sempre foi um hábito saudável na minha vida, e escrita também passou a ser, depois que escrevi uma crônica baseada na minha viagem. Postei na internet mesmo, numa comunidade do orkut, e os leitores gostaram. A partir daí, passei a escrever sempre. Na maioria dos casos eram crônicas falando sobre coisas que vivenciei, puxando sempre para um lado cômico. Meu primeiro livro seguiu esse formato de crônica de humor.

3. Quais foram os momentos mais difíceis na escrita/ criação do seu livro?
Os maiores apertos que passei na criação de 'O homem sem signo' foram na hora de administrar o tempo e na revisão. Começava a escrever e por algum motivo precisava parar, e essa pausa se prolongava de dias para semanas, o que complicou um pouco o processo de criação. No meu livro especificamente isso tinha um agravante, pois a história se desenrola durante um período de vida, cerca de 4 ou 5 décadas, então eu precisava lembrar não só do que eu havia escrito, como também do ponto cronológico em que estava, para não confundir os períodos ou fazer um mistureba de idades entre os personagens. A revisão é um ponto chave para autores independentes, pois a responsabilidade de seguir uma ortografia correta é muito maior, sem ajuda de profissionais. Reli o livro 5 vezes depois de pronto, caçando todo tipo de erros, e também contei com a ajuda de leitores-beta na tarefa.


4. Como foi a busca pela publicação de Homem sem Signo?

Depois de pronto, passei a enviar o original para editoras com boas referências. É um período chato e de muita espera, pois os prazos não são curtos, devido a quantidade de originais que recebem diariamente. Tive sorte de ser chamado após um mês para uma conversa sobre a publicação, com uma editora grande e de marca muito conhecida. Infelizmente o acordo não era muito vantajoso para mim, então resolvi aguardar e esperar por outras opções. Após este ocorrido, aproveitei a chegada da Amazon no Brasil e publiquei em ebook, pela loja online dela. A segunda editora não me deu resposta, a terceira aprovou o meu manuscrito, mas ainda não tem previsão de publicação, estou na lista de espera. A quarta e quinta ainda não deram nenhum parecer, mas ainda estou no prazo de avaliação, então estou esperançoso de uma resposta positiva. Por enquanto estou satisfeito com a publicação em ebook, e na torcida para sair o livro impresso com uma das editoras que enviei o original, não estou enviando para nenhuma outra.

5. Você fez alguma pesquisa antes de começar escrever seu livro? Se inspirou em algum filme, anime e afins?
Sim, a ideia do livro nasceu de um anime chamado HOKUTO NO KEN (O Punho da Ursa Maior, numa tradução livre). Fiquei fascinado pela narrativa de ação baseada na predestinação por estrelas e constelações. Juntei com um pouco de Cavaleiros do Zodíaco e uma ambientação medieval, e quando vi, já tinha a história toda na cabeça. No meu estilo de escrita, acho que peguei muito de 'O cão dos Baskerville' de  Sir Arthur Conan Doyle. Precisei pesquisar sobre cenários e utensílios, mas a maior fonte de recursos para mim foi 'A arte da guerra', de Sun Tzu. Não se pode fazer um livro com guerras e batalhas sem ter lido esta obra prima.


6. Homem sem Signo é o seu único livro? Se não, conte-nos u poucos sobre suas obras

Nessa temática de fantasia e aventura, sim. Antes dele, escrevi 'O ingresso e a Lei de Murphy', que é um texto puxado para o humor, contando a vida de um jovem meio perdido na vida, que precisa comprar o ingresso para o show da banda favorita dele. Gosto muito dele por guardar meu estilo original de escrever, puxado para crônicas do dia-a-dia. Pode ser adquirido na Amazon também, em ebook, e é uma leitura rápida e bem contemporânea.


7. Você está escrevendo algum livro no momento? Se sim, fale um pouco dele

Estou escrevendo a continuação de 'O homem sem signo'. Não é uma continuação da história do primeiro livro, pois acredito que ela teve um desfecho satisfatório, mas é uma retomada do mundo de Maciaan para contar uma nova jornada, com personagens e cenários inéditos. Por enquanto, não posso dar o nome, mas o ebook sai ainda este ano e estou torcendo para que o livro físico também. É interessante que posso trabalhar conceitos diferentes, já que estou apresentando um herói diferente de Amato, e isso vai se refletir na atmosfera do livro, muito mais positiva. Quem leu 'O homem sem signo' viu uma trama carregada de sentimentos ruins como inveja, ódio, traição e rancor. Amato foi um herói muito amargurado, estou tentando fazer o oposto, desta vez.

8. Por "O Homem sem Signo ser em formato ebook, o que você acha da inclusão de ebooks? Você prefere ebook ou livro físico?
Acho ótimo, inclusive já fui o responsável por vários amigos terem comprado um Kindle/Kobo. Tem um pessoal que lê em tablet também, o que é muito bom para quem não se incomoda com o brilho da tela. Particularmente, acho que o ebook tem uma gama de qualidades que o levam além do livro físico. Eu mesmo só leio no Kindle; livros físicos compro apenas para colecionar. Falando como leitor, esta é minha opinião, mas como escritor, tenho alguns detalhes a observar: aqui no Brasil, a maioria dos leitores de ebook usa da pirataria para ler, então fica muito difícil manter a escrita como fonte de renda, ainda mais sendo independente. Alguns amigos autores que também publicaram em ebook, decidiram por traduzir seus livros para inglês e vender na Amazon americana, e dizem que lá o retorno financeiro é bem maior.

9. Em quais autores se inspira? Tem algum livro favorito? Qual?
Nossa, tem muitos que admiro, mas os que não posso deixar de falar, são: Machado de Assis, H.P. Lovecraft, meu conterrâneo Jorge Amado, Neil Gaiman e Alan Moore nos quadrinhos e por fim, o autor que considero ser o melhor entre os melhores: Fiódor Dostoiévski. Meu livro favorito é justamente do escritor russo, e se chama 'Notas do Subsolo'. Uma história simples, mas de profundidade psicológica genial.

10. O que você acha da literatura nacional recente? Muitos lançam seus livros independente, na sua opinião as editoras ainda tem um preconceito?
Eu vejo uma abertura gigantesca no mercado editorial para autores nacionais, e a tendência é de aumentar, se nada de extraordinário acontecer. No caso do ebook, ainda é muito cedo para falar. As editoras não estão colaborando para o crescimento do mercado de ebooks, e talvez por isto, muitos autores ainda não o consideram como um caminho para a publicação independente, preferindo pagar por uma publicação impressa, ou até deixar o original engavetado. Sobre a posição das editoras, eu não chamaria de preconceito, apenas de modelo de negócios. As editoras grandes visam publicar livros que sejam rentáveis, e obviamente um autor iniciante não é a primeira opção. Seja nacional ou internacional. As editoras querem publicar aquilo que atrai público: se o autor for um bestseller internacional, ela vai tentar publicar; da mesma forma que vai tentar publicar um livro de um brasileiro famoso que consiga formar um público de leitores suficientemente grande. O caso do Eduardo Spohr foi assim. Ganhou certa notoriedade com o livro dele, e em seguida uma editora grande correu para fazer uma edição do livro dele.

11. Sempre pergunto para os autores entrevistados: O que você acha das parcerias com blogs? Ajuda ou atrapalha?
Ajuda, sem sombra de dúvidas. Mas é claro que nem todo blog combina com todo livro, e vice-versa. Os blogs literários são um canal de comunicação, e devem ser vistos assim, sem nenhum receio. Servem para ajudar, mas é necessário um critério de escolha, como qualquer outro meio de comunicação. Uma editora de livros de autoajuda não vai fazer parceria com um blog de livros de terror, pelo mesmo motivo que um aparelho auditivo é propagandeado na TV e não no rádio, para ser bem simplório no exemplo.


Para finalizar: Deixe um recados para os leitores do Livros de Cabeceira

O recado que eu deixo é que continuem acessando o blog, que é muito divertido. Alguns blogs se dedicam exclusivamente a propagandear livros e eu acho que perde o encanto, a sensação de divulgação boca a boca. O Livros de Cabeceira ainda mantém esse tom pessoal que cativa leitores. Certamente, me cativou. Obrigado pela entrevista, e assim que eu tiver notícias sobre a continuação de 'O homem sem signo', venho aqui avisar. =)

Obrigada eu Daniel, pela entrevista e o carinho pelo blog. Desejo à você muito mais sucesso!  E pensa na pessoa se sentindo agora XD!

*Vale Top Comentarista


Entrevista com o autor Daniel Monteiro
Entrevista com o autor Daniel Monteiro Oi Oi Oi Hoje venho com uma super entrevista com o autor Daniel Monteiro, autor do livro O Homem sem Signo, que já foi resenhado  aqui  n...

Leitor Também é Repórter: Leonardo Torres

em 24 de jul. de 2013
Oi Oi Oi Cambada linda :DDD

Hoje eu veio lançar mais uma nova coluna para vocês, seus lindos!
A coluna consiste em fazer de vocês repórter por um post, isso mesmo que vocês entenderam ou não O.o As próximas entrevistas do blog, vou deixar vocês formularem perguntas para o autor escolhido da vez, lha que legal \o/

A autor escolhido da vez é o Leonardo Torres autor do livro Condenáveis - Um história de Pai para Filho.


O livro já li e amei. Já foi resenhado aqui no blog, quer dar uma olhada? Clique Aqui

E então, gostaram?
Agora vocês tem a chance de perguntar o quiserem pra o autor, não, ta nem tudo também né?! Mais suas dúvidas sobre o livro pode :DD Criação, divulgação, publicação e blá blá bla...

Para deixar suas perguntas é só deixar ai no comentário mesmo. Lembrando que na entrevista colocarei os devidos créditos para o autor da pergunta :)

Vocês poderão perguntar até o dia 31/07. Então, mãos a obra :) E pode deixar mais de 1 pergunta

Ah! Já estava esquecendo, perguntas ofensivas e de baixo calão serão excluídas.


Leitor Também é Repórter: Leonardo Torres
Leitor Também é Repórter: Leonardo Torres Oi Oi Oi Cambada linda :DDD Hoje eu veio lançar mais uma nova coluna para vocês, seus lindos! A coluna consiste em fazer de vocês repórte...

Entrevistando Dandara Alves Reis, autora de Fios de Outono.

em 24 de mai. de 2013
É com muita alegria que hoje nesse sexta-feira fria e nublada, pelo menos aqui na zona leste de São Paulo esta assim. Trago uma entrevista para vocês. Amo fazer entrevista com autores, adoro conhecê-los  um pouquinho mais.

A Entrevistada da vez, como vocês já viram é a Dandara Alves Reis, autora do livro Fios de Outono, já resenhado aqui no blog. Confira aqui.

Bom, vamos à entrevista?

Primeiramente, conte aos nossos leitores, sobre sua história, a trajetória de sua carreira. Da onde nasceu essa vontade de escrever?
Bem, não me lembro exatamente de onde surgiu a vontade de escrever, mas me lembro de que uma vez, quando estava na sétima série, eu e uma amigas inventamos de fazer um filme. Eu tinha doze anos e sempre amei tudo relacionado ao cinema, então rapidamente me dispus a ser a roteirista da primeira cena; o resultado foi que, além da primeira cena, escrevi todo o restante do filme e depois disso não quis mais parar. Infelizmente, acabamos não fazendo as filmagens, mas devo ter o que escrevi ainda, guardado no meio das minhas pilhas de escritos antigos.

O que levou você a escrever seu primeiro livro? Fios de Outono é seu primeiro livro? 
Sim, Fios de Outono é o meu primeiro livro. O que me motivou a escrever não tem nada a ver com o contexto literário. Foi o seguinte: sempre me senti atraída por causas humanitárias, seja ajudas crianças órfãs, animais de rua... Enfim, em determinado dia, acabei tropeçando em um site que me direcionou a uma ONG que funciona na África, atendendo à crianças carente de uma comunidade. De onde estou, eu não tinha meios e nem fundos para ajudá-los, e como uma das inciativas da ONG é inserir a leitura no cotidiano daquelas crianças, decidi tentar ajudá-los de alguma forma que envolvesse livros. Minha primeira ideia foi arrecadar alguns títulos para enviar a eles, mas isso não seria possível porque eles não entendem o português. Assim, entre outras ideias, acabei decidindo escrever o meu próprio livro para tentar ajudá-los com alguma quantia que eu arrecadasse. Assim nasceu Fios de Outono.

- Com o livro pronto, saído forno, foi difícil encontrar editora?
Eu costumo dizer que difícil encontrar uma editora nunca é, porque existem muitas por ai que para os apressadinhos, como eu fui, acabam se tornando uma opção. Mas encontrar uma editora de qualidade, que faça valer à pena o trabalho que o escritor teve para construir sua obra, sim, isso é bastante complicado. Como já pode ter percebido acima, eu não fui muito criteriosa na hora de buscar uma editora, estava muito extasiada pela ideia de me tornar escritora e acabei não prestando muita atenção no buraco onde me metia; acabou que minha editora não foi nada daquilo que eu sonhava. Mas, felizmente, o mercado editorial no Brasil está mudando e isso tem aberto portas para nós, escritores brasileiros, tanto para os olhos dos leitores quando para o das editoras. Hoje já é possível encontrar editoras ou selos voltados exclusivamente para a publicação de obras nacionais; ao meu ver, antes essa era a grande dificuldade encontrada pelos escritores no momento de publicar uma obra, o preconceito gerado em torno da "nacionalidade" do livro.

 - Como você recebe as críticas sobre seu trabalho?
Me acho muito tranquila quanto as criticas. Relevo as ruins ou tento aprender com elas quando não são apenas críticas ruins, quando são construtivas também. As críticas boas são sempre bem vindas, não? Acho que é justamente devido a elas que novas obras continuam nascendo o tempo todo.

- Defina Fios de Outono em poucas palavras.
Novo.Calmo.Rude.Fatal.Enigmático. Foram essas as primeiras palavras que me vieram à cabeça.

Você já tem ou pensa em outros projetos para o futuro?
Eu já tenho alguns projetos, alguns concluídos, já na gaveta esperando para serem lançados e outros em andamento. No total, acho que tenho umas seis obras em mãos, mas ainda não sinto que seja o momento de alguma delas. Estou à procura de algo que me pareça perfeito ou, pelo menos, ideal.

- Quais suas maiores inspirações?
Geralmente, me inspiro em música, nas bandas que gosto de ouvir: Switchfoot, Rascal Flatts, Peter Bradley Adams, Il Divo, The Fray, Matt Nathanson, Wakey!Wakey!... Acho que não me esqueci de nenhuma. Uma parte meus livros está escondida  no significado que algumas das estrofes têm para mim. Acho que as músicas dizem muitas coisas.

- Está lendo algum livro? Partilhe conosco.
No momento não, mas tenho uma fila enorme de livros para ler. Há dois dias terminei "Não conte a ninguém". Foi uma boa leitura.

- Quais os gêneros literários que vc aprecia? Nos indique alguns.
Não sou muito de gêneros ou de escritores em especial porque geralmente me apaixono pela história, e esse gosto nem sempre se repete devido ao gênero. Mas o livro que mais me encantou até hoje foi "A última música", do Nicholas Sparks, porque a história do livro bateu em mim de uma forma bastante pessoal e especial; muita coisa sobre minha vida estava intimamente escrita naquele livro. Fora esse, indico "O Senhor dos Anéis", "Código da Vinci", "Extremamente alto e incrivelmente perto"...

- Para você, qual é a melhor coisa em ser escritora? Qual o sentimento?
Acho que a melhor coisa é o retorno dos leitores, não só quando as pessoas elogiam a obra, mas principalmente quando você descobre que mais alguém leu o que você escreveu. Fiquei abobada com o quão longe um livro pode ir e como isso pode acontecer rápido. O sentimento é de realização plena, principalmente quando se trata de algo que foi sonhado e planejado.

- Uma pergunta que eu faço para todos os autores que entrevisto. O que você acha das parcerias com blogs? Ajuda ou atrapalha?
Eu acho que a parceria com blogs só ajuda e MUITO. Eu, como tantos outros autores, devo muito, ou quase tudo, aos blogueiros de plantão, especialmente àqueles que gostam de garimpar para preencher suas prateleiras, porque são esses os que descobrem obras como a minha, que ainda não alcançarem o grande mercado editorial.

- Para finalizar. Deixe uma mensagem para os leitores do Livros de Cabeceira.
Espero que tenham gostado da entrevista. Se alguém quiser ou tiver uma dica, quiser fazer uma crítica ou pergunta, entrem em contato comigo pelo meu email (reisdands@gmail.com), vai ser ótimo falar com vocês.
Um grande beijo e abraço a todos!

Bom, eu Brubs, só tenho que agradecer a você Dandara, pela entrevista. Obrigada.
Desejo muito sucesso e que venha mais livros :DD

*Vale Top Comentarista



 
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Entrevistando Dandara Alves Reis, autora de Fios de Outono.
Entrevistando Dandara Alves Reis, autora de Fios de Outono. É com muita alegria que hoje nesse sexta-feira fria e nublada, pelo menos aqui na zona leste de São Paulo esta assim. Trago uma entrevista ...

Entrevista Premida: Lígia Gama Miraglia

em 30 de ago. de 2012
É com grande alegria que hoje teremos mais uma entrevista e a bola da vez é Lígia Gama Miraglia, autora do livro, Entre Dois Mundos.


LC: Quem é Lígia Gama Miraglia?
LM: Eu sou uma pessoa simples de costumes normais, uma boa conversa com uma xícara de café ao lado me diverti, adoro conversar, acho que o contato frente a frente é muito legal.

LC: Da onde surgiu a sua vontade de escrever?
LM: Eu sempre gostei muito de ler, isso graças a minha professora de Língua Portuguesa Lenilde, com quem tenho contato até hoje. Coleção Vagalume, Capitães de Areia e etc... Acredito que a vontade de escrever nasceu de tanto eu ler e comecei a colocar tudo no papel, quando concluí o meu primeiro rascunho, depois veio o próximo e próximo...

LC: Quando nasceu "Entre dois Mundos"?
LM: Entre Dois Mundos nasceu no arquivo do meu computador no dia 15/12/2010, neste dia comecei escrevê-lo e só parei no dia 21/05/2011, quando a coleção estava completa.

LC: Você se identifica com os personagens de "Entre dois Mundos"?
LM: Em algumas situações, pois eu fui adolescente um dia, tive um namorado, saí com amigos e viajei. Mas, quando os escrevi eu não pensei muito nisso, eu realmente criei os personagens.

LC: "Entre dois Mundos" acabou em mistério, o que podemos esperar do próximo livro?
LM: Eu sou meio suspeita para falar do meu próprio trabalho, porém eu amei o segundo livro, porque nele iremos ter revelações, muitas coisas mudarão e grandes surpresas virão por aí.


LC: O que mais te inspira na hora de escrever e o que mais te atrapalha?
LM: Eu não tenho uma inspiração, eu não sento e espero as ideias aparecerem. Não consigo! Sabe quando tudo está conspirando a seu favor? Então é neste momento que pego, um guardanapo, caderninho, laptop e começo, quanto a parar aí só Deus sabe.

LC: Há obras não publicadas? Quais? Conte-nos um pouco delas.
LM: Sim, eu tenho dezenove livros escritos. A maioria de ficção, muito romance e outros são de histórias de época, como Condes, Barões, Duques eu amo muito História então passo horas pesquisando sobre o que me interessa.

LC: Você me disse que foi convidada para fazer um livro de contos, até me mandou um conto, certo? Quando vai ser lançado? Conte-nos um pouco.
LM: Sim, é uma Coletânea e está simplesmente maravilhosa, tive a oportunidade de ler alguns dos contos e amei. São treze autores e cada um teve a oportunidade de escrever um conto e eu fui um deles, agora estamos em busca da editora para publicá-lo. Para quem quiser saber um pouco mais segue o link da Fan Page. https://www.facebook.com/EmContosDeAmor

LC: Você gosta de ler, certo? Então, quais livros e autores favoritos?
LM: Gosto de muitos livros, mas os romances são os meus preferidos, Coleção Beijada por Anjo, Coleção Millennium, Aprendendo a Seduzir, Pode beijar a Noiva, Senhores do Mundo Subterrâneo, Irmandade da Adaga Negra e muitos outros.

LC: Em sua opinião: As editoras dão apoio aos novos autores?
LM: Em alguns momentos sim, mas a maior parte do trabalho tem que ser feita pelo autor.

LC: Por você ser uma autora nacional, como acha que as pessoas reagem aos livros?
LM: Essa é uma resposta difícil, pois eu acredito que, quando publicamos um livro estamos expondo o nosso trabalho para que os leitores deem as suas opiniões, que podem ser positivas ou negativas. A positiva é sempre melhor, mas a negativa também serve para que você possa repensar algumas coisas e quem sabe mudá-las.  Os autores brasileiros no geral estão lutando muito para que possam ser reconhecidos em nosso país.

LC: "Entre dois Mundos" é seu primeiro livro publicado, certo? Então, qual foi à sensação de estar na Bienal do Livro como autora?
LM: Eu adorei, foi muito bom ter contato com os leitores acho muito interessante esse contato face a face. A sensação inexplicável, eu não consigo descrever...

LC: Qual seria sua dica para aqueles que desejam escrever livros ou se tornarem autores?
LM: Eu acredito que tudo na nossa vida acontece na hora certa, você precisa querer que seu projeto de certo, aos poucos ir colocando em prática e claro torcer muito e confiar no seu potencial. Nada é fácil nesta vida...

LC: Quando você vê algum leitor falando do seu livro, Qual é o sentimento?
LM: Nossa eu até chorei algumas vezes, porque isso é tudo que o escritor quer, creio que antes do reconhecimento físico existe o reconhecimento de sua obra, e para mim é o mais importante, saber que o leitor viajou pelo livro, pode sentir emoções diferentes e vivenciar cada momento ali descrito.

LC: Em sua opinião: Nós Blogueiros ajudamos ou atrapalhamos?
LM: Como tudo no mundo, existem os bons Blogueiros e os não tão bons assim, eu gosto dos meus parceiros eles me ajudam com tudo que preciso. Claro que tem aquele com quem você tem mais afinidade e acaba tendo mais contato, mas isso não quer dizer que tenha um preferido. Acho que esse é um trabalho de ajuda mútua o Autor precisa do Blogueiro e o Blogueiro precisa do autor. Uma boa dupla!

Jogo Rápido:
Entre dois Mundos: Sonho
Sonho: Viver
Família: Ser feliz
Leitores: Realizados

Deixe um recado para seus leitores.

Pare de pensar no futuro; Viva bem o presente!
“Não faça aos outros o que você não quer que seja feito a você” Confúcio.


Obrigada Lígia pela amizade e confiança. Sucesso

Contatos:

Eae!!! Galera curtiu a entrevista. Super simpática a Lígia né?! 
Então, algo me diz que vocês vão curtir ainda mais. A Lígia disponibilizou um LINDO kit do livro para sorteio, quer conhecer??? Olha a fotenha, então:


E esse kit pode ser seu! É seguir o que o formulário pedir.\o

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Entrevista Premida: Lígia Gama Miraglia É com grande alegria que hoje teremos mais uma entrevista e a bola da vez é Lígia Gama Miraglia , autora do livro, Entre Dois Mundos. ...

Tammy Luciano manda recado para o Blog Livros de Cabeceira!

em 2 de abr. de 2012


SEM PALAVRAS

Só tenho que agradecer a atenção dessa querida autora.
Parabéns ao novo trabalho e muiiiito SUCESSO.
Tammy Luciano manda recado para o Blog Livros de Cabeceira!
Tammy Luciano manda recado para o Blog Livros de Cabeceira! SEM PALAVRAS Só tenho que agradecer a atenção dessa querida autora. Parabéns ao novo trabalho e muiiiito SUCESSO.

Escrito por Elas: Tammy Luciano - Entrevista

em 1 de abr. de 2012
Oiiiii Gente muiiito feliz...Essa é a primeira entrevista com autor do Blog. Espero que gostem :)
Sem esquecer...Quero agradecer muiito ao Maga, Greice e Matheus Braga que me ajudaram com as perguntas :)


A entrevistada foi a autora Tammy Luciano.




Bora conferir a entrevista??


LC: Quando e onde surgiu sua vontade de escrever? (Maga)
TL: Na infância eu já curtia escrever nos meus caderninhos. Certamente não imaginei que me tornaria escritora profissional. Sempre fui péssima em matemática e muito melhor em Português. Na adolescência, comecei a perceber que ser escritora podia ser a minha vida. Acabei cursando Artes Cênicas e Jornalismo e as duas formações me ajudaram muito. Meus amigos do teatro me pediam cenas, na faculdade eu adorava escrever e o que era diversão virou profissão. Sempre olho para o céu e agradeço. Sou muito feliz com a minha carreira e cada dia me realizo mais.

LC: Quais os autores que mais te influenciaram? (Matheus)
TL: Lembro que na adolescência li Balé Branco do Carlos Heitor Cony e Feliz Ano Velho do Marcelo Rubens Paiva. Me identifiquei muito com esses livros. Balé Branco li três vezes e Feliz Ano Velho foi muito marcante porque a linguagem era jovem e ali pensei: os autores brasileiros também escrevem maravilhosamente bem.
LC: Você baseou seus personagens em alguém conhecido ou criou do zero? (Matheus)
TL: Sempre tem um pouquinho do mundo real, mas procuro não ficar contando minha intimidade nos livros. Sentiria muita vergonha de colocar minha vida pessoal nos livros. Então, passo perto mas passo longe do que vivi, se é que vocês me entendem. Acho engraçado quando penso que as pessoas que conheci ficam se perguntando, se as coloquei em livros.
LC: Quais as dificuldades e preconceitos em ser escritora? (Greice)
TL: A maior dificuldade é financeira. A gente acaba trabalhando muitos e muitos anos sem ganhar nada, absolutamente nada. Não é todo mundo que tem disposição e chance de ficar investindo na carreira de escritor sem receber por isso. Muita gente acaba abandonando o sonho no meio do caminho, o que eu acho muito triste, ou fazendo jornada dupla, trabalhando em algo para ganhar dinheiro e escrever nas horas vagas, nesse caso acho muito válido. Eu fui professora de teatro por muitos anos e escrevia de madrugada. Há uns dois anos, passei a me dedicar só com a escrita. Sinto saudade do teatro, mas por enquanto estou de férias. Só vou atuar se for um convite encantador. Sobre preconceito, nunca me preocupei com isso. Não sou de me abalar com qualquer coisa. Lutei muito, recebi muito não, passei muitos desafios profissionais e não sou de me abalar porque tenho um foco definitivo no que quero. Penso sim em trabalhar muito, mostrar minha arte, publicar meus livros e curtir muito meus leitores porque são demais!
 LC: Qual é seu livro favorito? Pode levar e consideração autores nacionais e internacionais. (Maga)
 TL: Eu adoro os livros da Marian Keys. Ela é muito talentosa e suas histórias tem um estilo que eu curto muito. Tem muito autor bacana ganhando espaço, adoro a escrita dos meus amigos Enderson Rafael, Fernanda França, Leila Rego e Patrícia Barboza. Me sinto muito feliz com essa virada, estamos em um grande momento. Não custa lembrar: Leiam os autores nacionais!

LC: Qual a sua sensação ao ver seu primeiro livro publicado? (Greice)
TL: Inacreditável! Quando o editor me ligou, achei que era trote. É muito emocionante saber que seu livro poderá chegar na mão das pessoas. Ver o livro publicado foi entender que era possível. Mesmo que as pessoas falassem, duvidassem, colocassem pessimismo, eu aprendi com a publicação que sonho pode virar realidade, se a gente realmente lutar por isso. E eu lutei muito. Não é fácil, o caminho é longo, mas valeu cada madrugada de trabalho e cada batalha para que as pessoas pudessem conhecer meu trabalho. Depois quando você segura o livro na mão é muito emocionante. Muito!

LC: Quando você vê algum leitor falando bem de seu livro, qual é o seu sentimento? 
TL: De muita felicidade, comemoro muito, porque a gente trabalha tanto para um livro dar certo, acredita tanto no projeto. Eu jamais escreveria se não achasse que o leitor se identificaria com o enredo. Eu tenho uma relação boa com as críticas e se comentário não for grosseiro, eu aceito, porque gosto é gosto. Tem gente que adora, o que o outro detestou. É um exercício aceitar a opinião alheia. Mas claro receber elogio sobre o livro é o melhor. Eu acho que nunca vou me acostumar quando uma leitora me encontra em um evento, se emociona e eu vejo que ela está ali com os olhos cheios de água. É muito marcante!

LC: Foi difícil mudar a temática de seus livros para o mundo jovem? Já que seus dois primeiros livros, um foi poema e o outro fato real. 
TL: Na verdade não mudei a temática, apenas segui uma evolução do que eu queria escrever. Fernanda Vogel na Passarela da Vida é a história de uma garota de 20 anos e dedicado para esse público, apesar da gente ter atingido pessoas mais velhas. Novela de Poemas, meu segundo livro, é uma coletânea de poesias com poemas bem jovens. Menina Boazinha Malvada, uma das poesias do livro, virou febre no orkut e foi exibido em muitos perfis. E assim me senti forte para voltar o meu trabalho para a escrita de romances, ficção... Primeiro nasceu Sou Toda Errada e agora Garota Replay.

LC: Eu vi o vídeo de sua entrevista no programa do Jô Soares e lá você menciona que  é a primeira autora brasileira a ser contratada pela Editora Novo Conceito. O que vc sentiu ao saber dessa notícia? 
TL: Eu sou a primeira autora brasileira do Selo Novo Conceito Jovem! Maior responsabilidade porque eu acho o selo o máximo, ele abre uma porta para uma literatura que está crescendo muito, que é a literatura jovem. Foi uma grande emoção. Eu soube do parecer positivo da editora na mesma semana do Jô. Imagina duas notícias tão maravilhosas na mesma semana? Posso garantir que jamais imaginei contar isso justamente no Programa do Jô. A vida surpreende a gente para melhor. Participar do programa foi muito especial e me apresentou para ainda mais leitores. O Jô é um dos poucos que valoriza a Literatura Brasileira na TV e eu sempre grata pela maneira querida que ele e toda a sua produção me trataram. Também fiquei muito feliz com muitos escritores falando do meu merecimento, de estarem felizes de me ver em um momento tão especial. Muitos profissionais da mídia esquecem que escritores são artistas. Ficam valorizando as celebridades do minuto que eles tanto detestam, esquecendo que quem escreve livro é parte da sociedade, produzem, são interessantes, divertidos e renderiam assunto.

LC: Você tem vários vídeos, onde você "aconselha seus fãs". Quando e como surgiu o Crônica Falada? 
TL: Foi por acaso. Um dia me veio na cabeça gravar algo para os meus leitores, aproveitando que eu estava com saudade de atuar. Aí escrevi um texto falando sobre começos e inaugurei o Crônica. Não foi nada muito planejado, mas foi um dos motivos de ser entrevistada pelo Jô. O retorno é maravilhoso, recebo muitos recados queridos, comentários. E hoje vejo como uma forma de ajudar as pessoas. Fico feliz quando alguém me escreve comentando que um vídeo meu o ajudou, que adora o meu canal no youtube. (www.youtube.com/tammyluciano) Foi algo que começou tão sem pretensão.

LC: E para terminar um Jogo Rápido:

LC: Amor:
TL: Maior. Sempre.
LC: Livros:
TL: Os meus! Quem é autor sabe que a gente olha o nosso livro e sabe tudo que viveu até ele virar livro. É emocionante!

LC: Fã:
TL: Escrevo pensando muito em quem é tão querido comigo.

LC: Felicidade:
TL: Ver meus livros nas livrarias!

LC: Desejo: 
TL: Ser mãe! Espero que meu filho tenha muito orgulho de ser filho de escritora. Eu trabalho muito para proporcionar uma vida tranquila para esse baby que um dia virá.

LC: Família:
TL: Meu pai, minha mãe e minha irmã são a base da minha vida. Aliás, dediquei Garota Replay para minha irmã. Quando ela recebeu o livro, me ligou chorando, perguntando: "Você dedicou o livro para mim?" Eu disse a ela que ela estará comigo em todas as livrarias do país.
LC: Obrigada Tammy, pela confiança.
TL: Eu que agradeço demais seu carinho com meu trabalho. Obrigada também para os meus leitores sempre queridos e presentes na minha vida. Sou grata a vocês por tanto apoio e torcida. Sejam sempre felizes.

E ai Galerinha o que vc achou da entrevista???

Está faltando um vídeo mais a Tammy não conseguiu gravar ainda, assim que ela gravar e me mandar eu post aqui no blog pra vcs :)
 Beijosss!!
Escrito por Elas: Tammy Luciano - Entrevista
Escrito por Elas: Tammy Luciano - Entrevista Oiiiii Gente muiiito feliz...Essa é a primeira entrevista com autor do Blog. Espero que gostem :) Sem esquecer...Quero agradecer muiito ao ...
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