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Aqueles livros da infância ♥

em 12 de out. de 2014
Heeeeey Galera!! Feliz Dias das Crianças

Estava eu pensando durante a semana sobre o que iria fazer aqui no blog, e dai que veio uma luz do sei da onde e me lembrou data de hoje e assim lembrei dos livros que eu li na infância, então porque não dividir essa experiência com vocês, não é mesmo?!
Convidei autores e blogueiros lindos para dar seus depoimentos, então vamos lá?

Brubs: A primeira coisa quando me perguntando da infância, o que eu lembro são os lindos gibis da Turma da Mônica, quem nunca se aventurou com Cebolinha, Cascão e Chico Bento, cito eles porque são os personagem que eu mais gosto. Mauricio regou minha infância com suas histórias e seus planos infalíveis para pegar o Sansão. Esquecer dos almanaques, com aqueles exercícios que na época eu quebrava a cabeça para fazer, hoje quando os vejo caio na risada, por que né?! rsrsrs
Foi através dos simples gibis que me fez amar a leitura, logo depois na adolescência me apareceu meu outro amor a saga Harry Potter, mas isso vamos depois pra depois.

Line, nossa colunista: Quando a Brubs "solicitou" que eu falasse sobre um livro que marcou minha infância fiquei pensando e repensando, afinal não lembro de nenhum livro que li na infância eu sei isso é horrível, comecei a ler e me apaixonei por esse mundo literário há exatamente uns sete anos atrás. Meus pais nunca tiveram o hábito de ler então infelizmente não cresci cercada de livros, mas em compensação eu ganhava gibis da Turma da Mônica, eu amava a Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e sua turma......
Com certeza Mauricio de Sousa marcou minha infância..... Crianças desejo pra vocês muitos brinquedos, muitas leituras, muitos amigos... mas acima de tudo desejo a inocência!

Erica Azevedo, autora de Pluvia):
Acho que posso considerar que eu tive uma infância feliz no que diz respeito ao acesso a leitura. Mesmo estudando em escolas públicas, tive professores que não apenas incentivavam como também buscavam novas obras para compor o acervo da escola e mantê-lo sempre atual. Dentre os vários livros que tive acesso quando criança, posso destacar os livros da Bruxa Onilda como os que mais me marcaram. Com uma narrativa divertida e repleto de gravuras, era difícil não se entreter com as desventuras dessa bruxa tão divertida. Também destaco o exemplar de "Declaração Universal dos Direitos Humanos" adaptado pela Ruth Rocha e que procura aproximar as crianças dos preceitos firmados no acordo entre as nações. Mas, dentre esses e tantos outros, o livro "Ou Isto ou Aquilo" da Cecília Meireles deve ser lembrado como aquele que não só me aproximou da poesia, como também dessa autora tão maravilhosa. Destaco o poema "Motivo" como uma leitura prazerosa obrigatória.

Karoll Steffanie do blog Garota Adocicada:
Quando eu era criança eu não era muito de ler livros, mas teve um que eu ganhei e li que realmente ficou na minha memoria. Alice no país das maravilhas, o livro era bem grande, mas não na quantidade de folhas, ele era mais largo e comprido do que os livros comuns. Ele tinha sido da minha irmã mais velha, e um dia ela achou e o entregou pra mim. Era cheio de gravuras lindas, eu deitava no chão do meu quarto e ficava lendo sem parar, eu tinha em torno de sete anos. Meu pai lia comigo as vezes e eu o li muitas vezes, o fim nunca era o suficiente.
Era magico, como até hoje é. E me fez imaginar, criar e querer estar la, como um livro bom faz.

Ricardo Valverde, autor dos livros O Menino que previu o Apocalipse, Quem Sou eu, Afinal? e outros:

O livro que marcou minha infância:

"O Mistério do 5 Estrelas", de Marcos Rey.

Segue um trecho:

"Mesmo antes de abrirem a gaveta, Leo já se arrependera do passo e desejava ardentemente que o homem do rio não fosse o do 222 e da lavanderia."
Enquanto meus olhos corriam pelas palavras de Marcos Rey, meu coração me mostrava a razão de eu ter vindo a esse planeta... LIVROS...
Pamela do blog O Diário do Leitor:
Oi pessoal do Livros de Cabeceira, tudo bem? Eu sou a Pamela, blogueira e administradora do O Diário do Leitor. A Brubs me perturbou as paciências para vir contar pra vocês qual o livro que marcou minha infância. É claro que já tinha ouvido milhares de histórias das tias das escolinhas pelas quais passei, mas foi só em 2000, depois de ter sido ameaçada pelo meu primo de que se não lesse, não veria o filme, que algo me chamou a atenção. Eu tinha 9 anos e o fascínio pelo mundo mágico de Harry Potter me cativou. Não no primeiro livro, já que o li obrigada. Mas sim no primeiro filme, e ao perceber que muitos detalhes haviam se perdido no momento da criação do roteiro para as filmagens. Passei o tempo aguardando a publicação de cada livro roendo as unhas. Ainda tinha que esperar meus primos lerem para então conseguir continuar a ler as aventuras do jovem Harry Potter. Devorava os livros em 2 dias, depois 1, e por fim, em poucas horas. O hábito pela leitura começo ali. O que fiz com o tempo foi aperfeiçoá-lo. E é óbvio que eu não deixei meu amor por HP acabar junto com o último livro e o último filme. Se depender de mim, vou propagar aos quatro ventos meu eterno fascínio ♥

Fabiana Cardoso, autora da série ADQS:
O livro que marcou minha infância foi Pinóquio, do autor italiano Carlo Collodi e tradução de Monteiro Lobato. A história fantástica do boneco de madeira, que queria se transformar em um menino de verdade me conquistou. Através dos erros e mentiras, do carismático Pinóquio, acompanhei suas aventuras e torci por ele. O livro passa uma mensagem de que não somos perfeitos, mas que podemos melhorar sempre.

Renato do blog Realidade Caótica e nosso colunista:
A ilha perdida, livro da coleção “Vagalume”, não foi o primeiro livro que li na vida. Já havia lido outros livros, mas não como este, com tantas páginas e menos ilustrações.

Me vi totalmente preso a história do começo ao fim. Vivi junto aqueles dois primos naquela misteriosa, empolgante e perigosa aventura em uma ilha aparentemente desabitada e cheia de perigos.
No fim do livro a sensação foi tão gratificante, que rapidamente comecei a reler o livro. E confesso que se não tenho o mesmo nos dias de hoje foi de tanto reler.
Com o passar dos anos, conheci outros livros que me proporcionaram algo parecido como aquele livro me proporcionou. Sendo assim, a leitura se tornou parte de mim... Um universo só meu, onde eu posso viajar por entre as páginas, seja qual gênero for e independente de quantos anos eu tenha.
Ellen do blog Momentos Assim:

O livro que mais me marcou durante a infância (melhor fase da vida, claro) foi o Patinho feio. Bem, ele foi o primeiro livro que ganhei, era ilustrado, e eu tinha um carinho especial pelo patinho rejeitado. Afinal, quem nunca se sentiu assim? Pois então, desde os meus quatros que eu tenho uma carinho especial por essa estória. ♥
Ser criança é assim... Correr até acabar o fôlego, rolar pelo chão sem medo de se sujar, falar o que vier na cabeça e fazer de qualquer coisa uma brincadeira. Época da vida da qual temos saudades quando envelhecemos.  E é exatamente nesta data dedicada a todos esses pequenos seres, que têm a inocência como principal característica, que devemos não só valorizar a vitalidade infantil, como também procurar resgatar a essência da criança. (Autor desconhecido)


Feliz Dia das Crianças!   

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